Danilo relembra vice com SP na Libertadores para explicar pressão sobre o Corinthians

Publicado: 6 de fevereiro de 2013 em esportes

Gustavo Franceschini

O atual campeão da Libertadores não está livre da pressão pela conquista, segundo Danilo. Duas vezes vencedor do torneio, o meia prevê um ano difícil para o Corinthians e relembra sua passagem pelo rival São Paulo como exemplo de dificuldade.

“A gente sabe que a cobrança vai ser a mesma ou até maior. Esse ano a Libertadores vai ser mais difícil ainda. A gente vai ter de carregar essa coisa de ganhar de novo. Tem de encarar que é o time a ser batido. No São Paulo a gente foi vice em 2006 contra o Inter”, disse Danilo.

Danilo

15.dez.2012 – Danilo, meia do Corinthians, concede entrevista coletiva um dia antes da decisão do Mundial de Clubes, contra o Chelsea

Na época, Danilo era um dos pilares do time que ganhou o Mundial de Clubes contra o Liverpool, um ano antes. O São Paulo chegou até a final, mas perdeu em um confronto disputado com o Inter e viu o sonho do quarto título acabar.

Neste ano, é o Corinthians quem está nesta situação, depois de um 2012 quase perfeito. Mais uma vez um dos destaques do elenco, Danilo rasga elogios ao grupo e em especial ao atacante Pato, recém-contratado que estreou com gol no último domingo, na goleada contra o Oeste.

“É um grande jogador, que dispensa comentários. É uma grande estreia, já com um gol. Mostra que ele é pé quente”, avaliou Danilo, que dá dicas para a disputa. “A maioria aqui já jogou várias LIbertadores. Temos de ter um grupo experiente e bom, saber jogar, não entrar em catimba. Já aprendemos e vamos tentar fazer esse ano de novo”, completou ele.

Danilo está no Corinthians desde o início de 2010. Depois de um início irregular, firmou-se no time sob o comando de Tite e brilhou em momentos decisivos do ano passado. Entre outros lances capitais, fez o gol decisivo na semifinal contra o Santos, deu o passe para o primeiro gol de Emerson contra o Boca e participou da jogada que culminou na cabeçada certeira de Guerrero no Japão, sempre com a calma que lhe é peculiar.

“Nesses jogos decisivos tudo pode acontecer, você tem de estar bem tranquilo. Eu encaro o jogo querendo ganhar sempre. Já preparo bem o psicológico para a partida”, completou.

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